| Perto do Fogo |
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"Precisa ter olhos firmes pra este sol, para esta escuridão. Atenção, tudo é perigoso.
Tudo é divino maravilhoso"
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Quarta-feira, Setembro 07, 2005
De volta e muy feliz
No Dia da Pátria faz frio, chove e o disco novo do Los Hermanos soa ainda mais triste, exceto pelo mambinho na faixa quatro, acho. Saudades de Tia Inês, minha amiga e jefa, meu trabalho em total colapso. Meu destino é ser uma assessora de imprensa cada vez mais mala e fazedora de social. Ganhar o pão de cada dia e mudar de apê, de novo. E desta vez não vou sozinha... Pra alegrar, um registro na casa do moço que segura minhas barras e me faz tão feliz. Eu, Chica e meus sapinhos, presente de Dia dos Namorados.. Dito por Dani às 09:35 Light my fire! Domingo, Março 06, 2005
Os posts que não fiz
De tudo, ao meu amor serei atenta antes. E comerei moscas, e atravancarei o resto da minha vida, mais uma vez, por esse amor ingrato que não me dá certeza alguma. Continuo guiada pelas emoções, de domingo a domingo, sem folga pra tarefas saudáveis como estudar inultimente para algum concurso ou tirar minha carteira de habilitação. Primeiro, tava calor demais na sala sem ventilador de teto. Depois, tarde demais pra uma trabalhadora do Brasil se entregar ao teclado e à fria template. Ainda mais tarde, descobri estar enganada. Fui desmoralizada pelos posts anteriores quando constatei que ele tinha razão. Tem coisas que não mudam nunca, e a decepção é uma delas. O ser humano praticamente não muda, conformem-se. O que muda é nossa capacidade de aturar esta ou aquela falta, de abrir mão deste ou daquele capricho, nossa necessidade de preencher carências em maior ou menor grau. Mas ainda somos os mesmos. Vivemos engalfinhados, casando e separando, traindo, sendo traídos, chorando pelos bares e pulando nos blocos, tocando a vida com dificuldade, gestando e abandonando utopias sociais em nome da sobrevivência pura e simples, do colégio particular melhor para os filhos. Não, não tenho filhos ainda. Mas existe a vontade. "Construir" é a palavra da hora. Acreditar, somar, apostar no novo. Sofrer dá mais trabalho e é mais "demodê". Fiz um post noutro dia, mas o sistema apagou, sei lá. Tava amarga que só, feito jiló, se eu já tivesse provado um. Tava lá... Depois de uma relida convicta, foi-se para todo o sempre, ninguém sabe, ninguém viu. Escrevi enquanto escutava e cantava "How soon is now?" em altos brados, entorpecida, raivosa e confusa. Um dia eu termino de dar esse recado, quem sabe. Agora, o tempo anda faltando é de rueira. É de tantos encontros de segunda a sexta e de tão poucos desencontros, Glória a Vós. Quero me sentir alegre, protegida, querida, quero curtir essa estréia de menina-muy-amada com todos os mimos a que tenho direito. Tenho novos motivos pra querer ser uma pessoa melhor, parafraseando nosso amigo Jack Nicholson. Quero rever muitos amigos que andei negligenciando e tocar o barco. Só isso. Dito por Dani às 00:01 Light my fire! Segunda-feira, Dezembro 20, 2004
Todo meu ouro
(indagações pueris em pleno 226 engarrafado)
Amar ou ser amado? O que é mais difícil de se conseguir hoje em dia? O que é mais importante? Por que raios esta necessidade de aprovação do ser humano que nos faz desejar tanto o desejo do outro, mesmo quando não estamos certos de que esse outro nos completa e merece nossos sacrifícios? Tá certo, estou com virose, cansada e confusa, começo a variar e a vomitar todos os clichês sobre amor que coleciono ao longo da vida. Talvez seja vontade de receber a canjinha de galinha quente e a vitamina C na cama das mãos de alguém especial e disposto a me cuidar. Talvez não. Antes dos milhares de espirros de hoje, a dúvida, a busca do timing, o momento certo de "atacar" que não chegava. Afinal, o que esperam de mim? E o que eu posso esperar conseguir através do "amor"? Alguma estabilidade, certamente que não! Ser amado é aquela sensação deliciosa, de alegria em suspensão, cara de tonta ao saber-se/ouvir/constatar que não tem fim. É raro. Demora, quando é de verdade. SE REPETE. E nem sempre é desejado. Ser amado faz tempo. É raio que pode, sim, atingir a mesma cabeçona descendente de cabeça nordestina duas vezes. Amar é tanta renúncia, tanto ganho, tanta certeza. Mas também muda de composição química. Surpreende. Talvez não haja amor se não houver certeza. Pode ser um quase lá, um bem-querer, um tesão com admiração. Amar com força pelos dois. Ser amado por muitos, e não se importar. Não amar mais ninguém, nunca mais, eu juro! Ser amado por um só, e nem perceber. Amar e se arriscar sempre sozinho, e não perceber. Saber que não ama, e tocar o barco... Tesouro ou bijuteria? O que vocês andam buscando por aí? Dito por Dani às 20:00 Light my fire! Segunda-feira, Dezembro 13, 2004
Uma gracinha e um bom divertimento!
Pelo menos pra mim foi... ;) ![]() Dito por Dani às 22:03 Light my fire!
Trilha sonora mental
Hoje fiz coisas muito feias, muito responsáveis e muito corajosas. Deixei de atender a vários telefonemas de amigos, devido a meu estado de semi-morte depois de um fim de semana daqueles, muuuuuitas horas sem dormir um tico (o show do Los Hermanos, inclusive, valeu a pena!). Amanhã pretendo compensar com as pessoas... mas tava/tá foda, não deu. Antes de dar o passe livre a Morfeu, vim aqui dar a chavezinha pro meu mundo - de novo - pra alguém importante demais para esquecer. Em breve, será mais um coleguinha a se queimar nestas labaredas. Isto é, SE ele se arriscar... Desculpem a falta total de explicações e inspiração, de idéias elaboradas ou no mínimo conexas, mas o medo de viver é uma merda! Desejo a todos que conheço e a mim também, cada vez mais, muita coragem, paixão e fé para tentar de um tudo, over and over again. Tenho certeza que muita dor e muito amor, muito beijo, foto rasgada e tirada, promessas refeitas e expectativas quebradas virão por aí. E digo que eu quero é mais! Abri (pela quarta vez) a porcaria da caixa de Pandora e estou pagando pra ver no que vai dar... Algum mal absoluto e definitivo pode advir da verdade? O que os olhos não vêem o coração não sente? Será? Sigo apaixonada pela idéia de poder dividir as agruras e delícias do meu mundo, vasto mundo com alguém. Do jeito que der. Dormir de conchinha, não dormir, dividir o sorvete, rachar as contas, discutir a relação, brigar e recomeçar, recomeçar... Saber que "há coisas que não mudam nunca"; foi uma das melhores frases que ouvi na semana passada. Ter medo de quebrar a cara e me foder. Ah, a vida não é mesmo surpreendente? ;) Os livros na estante já não têm mais tanta importância do muito que eu li, do pouco que eu sei, nada me resta A não ser a vontade de te encontrar, o motivo eu já nem sei Nem que seja só pra estar ao seu lado, só pra ler no seu rosto uma mensagem de amor À noite eu me deito, então escuto a mensagem no ar tambores rufando e eu já não tenho nada pra te dar A não ser a vontade de te encontrar, o motivo eu já nem sei Nem que seja só pra estar ao seu lado, só pra ler no seu rosto uma mensagem de amor No céu estrelado eu me perco com os pés na terra, vagando entre os astros, nada me move nem me faz parar A não ser a vontade de te encontrar, o motivo eu já nem sei Nem que seja só pra estar ao seu lado só pra ler no seu rosto uma mensagem de amor ("Mensagem de Amor" - Herbert Vianna. Na voz do Léo Jaime, tá tocando na minha cabeça há umas boas semanas. Dedicada à pessoa que ainda é exemplo de bastante coisa pra mim) Dito por Dani às 21:54 Light my fire! Quinta-feira, Outubro 14, 2004
Cara,
lembrei hoje (mentira, venho pensando nisso há vários dias) que se eu não postasse novamente nesse quase finado eu ia perder o direito de usar este endereço... Isso ia dar uma trabalheira. Afinal, não é que eu não queria continuar a ter blog, mas é que a vida se impôs de uma tal forma... ficou difícil pensar sequer em ligar o computador por diversão. Pensamentos espirituosos, idéias brilhantes e outras nem tanto, historinhas de pobre passadas em ônibus, filas de banco e lugares afins, um amorzinho novo no coração, isso a gente sempre tem... Mas cadê tempo para "passar a vida a limpo". Tenho mal e mal me contentado com os rascunhos, fazendo, errando, aprendendo e sofrendo ao mesmo tempo. Sofrendo, principalmente, pela resistência em fazer do modo mais simples e pronto. Não consigo, muitas vezes, ser prática e objetiva, grave defeito o meu. Sei que estou com sono agora, preguiça de escovar os dentes e lavar o rosto antes de dormir ou de ligar pra saber como ficou a história da imobiliária. Não queria problemas, esta noite. Só um flit paralisante, uma poesia de morrer de tão linda, uma bomba de chocolate (que me obrigaria, enfim, a escovar os dentes, mas muito mais feliz). Queria poder dormir sabendo só um pouquinho mais sobre o dia de amanhã.... saber qual será meu novo endereço, saber se aquele cheque vai bater e compensar, saber por que algumas pessoas não ligam quando a gente mais "precisa". Colinho, gentem, sabem? Alguém se habilita? :) Dito por Dani às 23:02 Light my fire! Quinta-feira, Julho 22, 2004
Essa aqui quem mandou foi o Joseph... Pedimos na cara de pau, nem o conhecíamos. Valeu, irmão! :D
(Ludmila, Cristina e Dani na esbórnia literária(?)) Dito por Dani às 22:33 Light my fire!
E c O s da FLIP
Mesmo sabendo do gabarito dos autores presentes no evento literário deste ano, voltei pra casa surpresa e satisfeita no domingo de madrugada. Pois foram dos meus amigos (velha, novos/recém-plantados e wannabes) os melhores momentos de viagem que me vêm à cabeça. As mesas me decepcionaram um pouquinho (e olha que eu nem tava lá pra ver o fiasco do debate do Chico). A camaradagem dos paratyenses (com "Y", ok, Cia das Letras?!), a chuva que molhou sem dó e eu até gostei de ficar um pouco descabelada em plena rua só pra variar, o mega pastel de 500g de recheio, a feirinha de artesanato (sempre uma doce facada), a zorra das meninas no ônibus (e suas conversas cabulosas em alto e bom som), e até os perrengues na pousada, esses não. Foram exatamente o que se podia esperar de uma curta viagem ótima! Em homenagem aos simpatizantes da causa jornalística que encontramos na terra da cachaça (ou seriam admiradores das 3 jornalistas mais simpáticas da praça?), os ÚNICOS registros de nossa passagem pela festa. Na hora de comprar uma máquina urgente (e lembrar de carregá-la comigo ao sair do quarto! ), hehehe...
(pra vcs verem a minha vontade de agradecer aos meninos que mandaram as fotos. Até ignorei o fato da minha barriga, clicada na posição mais estranha possível, ter aparecido 10 vezes maior do que realmente é. Por favor, be kind enough e façam o mesmo!) Queria muuuuuito "homenagear" também (essa palavra anda bastante na minha cabeça ultimamente, por que será? rs) nosso amigo Marcelo Senna, que deu dicas sobre a cidade, nos acolheu calorosamente na Tenda dos Autores (mesmo quando deveríamos estar na Tenda da Matriz...) e ME apresentou, morram de inveja todos, a poesia do pingófilo e mais proeminente poeta da cidade (além de músico, compositor, ator e figura local), José Kléber. Algumas linhas do cara, bem no clima do que foi nossa trip: Trago uma garrafa de aguardente Jogo o meu dinheiro no balcão Eu quero beber com toda gente Na batida do meu violão (José Kleber. "Chiba do Valhacouto")
Klebão de Paraty: assim como os ilustres Câmara Cascudo, Gilberto Freyre, Aluísio Azevedo, Lima Barreto e Graciliano Ramos, a figurinha local aprecia a mistura de cachaça e literatura. Dito por Dani às 22:21 Light my fire! Quarta-feira, Julho 07, 2004
Um tapinha, não dói não?
Tá certo, nunca achei as letras do Charlie Brown Jr. um primor. Uma pessoa que faz de "que se foda" refrão de uma canção sua por pura preguiça de pensar em frase melhor (não precisa ser poesia, não) e propaga a discriminação (eu uso sapatos sim, e daí? Pelo menos não fico com o pé cortado, cascorento e inchado. Acho que muitos moradores de rua iam concordar comigo), tá se vendo, não pode bater muito bem da bola. = ) Mas também não sei até que ponto a colocação do Marcelo Camelo tem fundamento (mesmo porque, só sabemos "dela" através de relatos policiais e releases de assessoria de imprensa sobre os quais, como jornalistas, temos a obrigação de desconfiar). Será que nem tudo está mesmo à venda nesse mundinho de Deus? Será que, às vezes, não é interessante se fazer concessões (o governo Lula que o diga)? Existiria mesmo algum tipo de arte hoje em dia capaz de exercer sua crítica "ao sistema" mantendo-se ao mesmo tempo pura e popular, capaz de se auto-divulgar? Aqui entre nós, os Los Hermanos também não são exatamente o (new) Lobão, não sobrevivem de venda em banca e também devem ter gostado de se apresentar no Coca Cola Vibezone, não pelo cachê, mas pelo fato de que quem faz música, quer público. Não vi a cara amassada do barbudo vocalista no Fantástico, mas gostaria de ter visto. É complicado pensar só em termos de estereótipo. Os Hermanos não têm culpa de terem podido estudar numa PUC da vida, mas só porque têm barbas não quer dizer que são hippies de ideais puros e não-comerciais. E os chorões de Santos, embora meio grossos... será que são mesmo vendidos? Acho que todos bebem ou já beberam Coca-Cola na vida. Enfim, toda essa pausa pra falar de notícia velha foi só porque adorei a tirinha dos Malvados de hoje, bem a ver com a polêmica. Enjoy! ![]() Dito por Dani às 19:17 Light my fire!
Estou tentando não me tornar uma daquelas pessoas amargas e descrentes com relação ao amor, mas tá difícil...
Fico com medo de já ter me transmutado em um ser melancólico, vingativo, too demanding quando "o" cara pintar... E dizer coisas como as dessa música belíssima que eu adoro e já escutei cinco vezes hoje... Hahahha, bem feito pra ele! :) Conheci na versão da Rita Lee, que é uma das minhas musas de infância, pasmem, mas a gravação original é de Ella Fitzgerald (e como eu não tinha acesso a essas sofisticações quando pequena...). Vejam se não é docemente amarga: Cry Me a River Now you say you're lonely You cried the long night through Well, you can cry me a river Cry me a river I cried a river over you Now you say you're sorry For being so untrue Well, you can cry me a river Cry me a river I cried a river over you You drove me, Nearly drove me out of my head While you never shed a tear Remember? I remember all that you said Told me love was to plebeian Told me you were through with me Now you say you love me Well, just to prove you do Cry me a river Cry me a river I cried a river over you Cry me a river... Cry me a river... I cried a river over you I cried a river over you... Dito por Dani às 18:40 Light my fire! Terça-feira, Julho 06, 2004
Paixão Nacional (feminina, pelo menos)
(de calçado de pescador da Riviera Francesa à criação de estilistas badalados) Quem mais além de mim se rendeu ao saudosismo e adquiriu um modelo novo da boa e velha sandalinha de plástico, criada em 1979? :) A "lembrancinha", agora, não vem mais com a Melissa, mas aparece em quase toda rodinha de conversa sobre os anos 80 e suas febres. E há alguns dias recebi convite, através do Orkut, pasmem, para opinar sobre o assunto. O resultado está nessa materinha bacana da Revista Paradoxo Fico devendo uma fotinho minha (da época de criança, de CRIANçA! rs) para ilustrar... Dito por Dani às 10:44 Light my fire! Sexta-feira, Julho 02, 2004
Probabilidade de chuva amanhã: 0%
Essa cidade é ou não é do cacete?
Urgente Uma quinta-feira maravilhosa depois e a Dani sombria dos últimos posts quer se despedir... Tá um sol do caralho, não dá pra ser diferente! Vontade de sair de casa de qualquer jeito, comprar pão na padaria mais próxima a dois bairros daqui, que seja! De comprar um biquíni novo. De achar tempo pro supérfluo e para as obrigações que ando empurrando com a barriga, com medo de não dar mais tempo pra ser feliz do modo planejado. De me tornar uma yogue, capoeira, dançarina, karateca, atriz, o que quer que me devolva o sal e a vontade. De fazer as pazes com velhos amigos e, quem sabe, alguns inimigos. Tenho que me conter, até... Começar de algum lugar... E quis começar apenas postando uma imagem mais colorida por aqui, ainda que poucos saibam da existência deste blog e que ninguém venha comentar mais. EU SEI, eu sei, eu sei. Que um dia, vou estar à toa. Ele vai estar na mira e é só isso que me importa agora. SEJA FELIZ, minha querida meia dúzia de três leitores! Dito por Dani às 13:07 Light my fire! Segunda-feira, Junho 28, 2004
Reality Show
A incrível dor na barriga é amarela. Como o carro indistinto que me trouxe de volta à casa, que me fez esse favor. Reconfortante descobrir que um completo estranho pode me tratar melhor, passar mais tempo de qualidade comigo que um amigo meu, em um momento como aquele. Lógico que a (falta de) luz ajudou. Ele não zombou da minha letra desfigurada na folha do cheque, nem sequer me viu chorar e me livrar daquele subproduto de Coca-Cola me incomodando. De volta à casa que não é a minha, que delícia. A cabeça lúcida e o corpo viajando, descobrindo velocidades diferentes na execução dos mesmos movimentos. O banheiro estava confortável. E me abrigou com toda sua frieza, manchas na parede e no chão, sem questionar. Dormi muito, adoeci, chorei por ajuda ao telefone e consegui descolar um remédio e um minuto de atenção. Com a caridade de quem me detesta, fui aos poucos recobrando o forte senso crítico e execrando cada momento daquela noite. Lembrei que as cartas não mentem jamais, e não mentiram pra mim, que as desafiou. Um divisor de águas na minha vida, tinha que ser. Só podia ser uma lição. E eu, que pensava saber a diferença entre o certo e o errado, e mais importante, sabia o porquê de não se cruzar certas barreiras, acabei experimentar o lado negro da força pelos motivos corretos. Mas não importa motivo, quando a queda é grande. Você esfola o joelho do mesmo jeito, quer esteja perseguindo o marginal que roubou a bolsa da pobre senhora ou brincando de escorregar montanha abaixo com seus amigos, apostando uma corrida estúpida. Não há nobreza alguma em desejar o que nunca poderá ser seu (ainda que se resista bravamente à tentação), em ser deixada pra trás por gente que não pôde escutar seu gemido de dor porque a música estava alta, em estrear os sapatos novos, pra quê, se ele nem vai notar? Nobre é a humildade que vem de brinde com a dor física. Pra variar, uma que não me mortifica a alma (sobreviver vem primeiro que ascender) e que não dá fome. Só levantei da cama pra dar uma sugestão a Kieslowski. A fraternidade é vermelha, a igualdade é branca, a liberdade é azul e o arrependimento é amarelo. Dito por Dani às 19:50 Light my fire! Segunda-feira, Junho 14, 2004
O sistema é maus, mas minha turma é legal
Depois de uma gripe avassaladora e um feriado matador (graças a Deus!), como há muito não passava, tou voltando... Já levei bronca pelo abandono, já tive e perdi de vista mil idéias e soluções para a minha vidinha, já dancei, pulei, beijei, comi e conversei muito.E decidi madrugar hoje, vai entender... Ainda bem que a primeira notícia lida do dia foi das mais agradáveis: meu gatinho lindo e mau-humorado chega aos cinemas no mês que vem. E em grande estilo, com as vozes de Bill Murray e Antônio Calloni, e roteiro dividido pelo criador Jim Davis com os feras que fizeram "Toy Story". Se lasanha tivesse na minha geladeira agora, comeria tudo de café da manhã em homenagem ao Garfield! :D ![]() Dito por Dani às 08:38 Light my fire!
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